sexta-feira, 31 de dezembro de 2010





Obrigatoriamente, cada um traz consigo apenas duas coisas: aquilo que se vê: história. E aquilo que se sente: saudade.
Outros conseguem trazer consigo algo ainda maior: esperança. 
E o uso que fazemos de cada uma dessas coisas pode tornar qualquer dia um marco, se assim desejarmos.
Desejo este que não pode ser sentido de um forma qualquer, e sim com a força de uma oração. 
Não aquele pai-nosso memorizado, e sim aquela prece sem ordem, que faz nossos 
olhos e punhos estarem cerrados. 
Aquela que atrai a força, que de tão intensa, pode trazer para si tudo aquilo que se deseja.
Por mais que eu saiba que ainda há (e sempre haverá), a dor nos hospitais, nas guerras, nos corações, e no dia que virá, sempre haverá um dia a se pontuar e começar de novo, mesmo que devagar.
Rezo então, não pelo alívio dos fardos, mas por ombros mais fortes.
Desejo que a alma de cada um seja abençoada.
Pela clareza e pela maior de todas as disciplinas:
a felicidade.
De viver com amor, respeitando a vontade do corpo e da mente, mas também a do acaso.
E todo o resto será de fato, feliz.
Porque isso aqui nada mais é do que uma grande escola.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Such is the way of the world
You can never know
Just where to put all your faith
And how will it grow
Gonna rise up
Bringing back holes and dark memories
Gonna rise up
Turning mistakes into gold
Such is the passage of time
Too fast to fold
And suddenly swallowed by signs
Low and behold
Gonna rise up
Find my direction magnetically
Gonna rise up
Throw down my haste in the road...

terça-feira, 21 de dezembro de 2010



Possibilidades não se esgotam,
mesmo que o tempo
e suas sequências,
dianoitedia
insistam pelo contrário.
Abrir os olhos é necessário
mas vital mesmo,
é abrir a alma.
Pois na vida
há sempre algo a mais a se descobrir...
E é isso que dá sentido ao todo.
Dia, noite
Dia após dia.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Amar?
Amar é querer bem
àquilo que a tudo dá sentido
e do sentido tira
a sua própria definição.
Sendo assim
sinta o pulsar
o seu pulsar,
puro na vontade
de fazer crescer
puro na crença
de poder contar.
Para poder viver
o único dom que ao mundo resta.
A dádiva mortal
de poder
emocionar-se.